ET veio de uma galaxia distante para conhecer vida inteligente na terra (não ria), acabou ficando "confuso" e aqui você saberá o porque.
Aqui você encontrara informações, curiosidades, desabafo, verdades e algumas inverdades, ou seja, de tudo um pouco, mas de uma forma um pouco diferente que irá parecer coisa de outro mundo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

voce sabe o que são os Palíndromos


Palíndromos podem ser palavras ou frases que são iguais quando lidas de frente para trás e de trás para frente. mostramos alguns.
 
rright10.gif (248 bytes) ALÔ BOLA
 rright10.gif (248 bytes) AME O POEMA
 rright10.gif (248 bytes) AMOR A ROMA
  rright10.gif (248 bytes) ANA
 rright10.gif (248 bytes) ANOTARAM A DATA DA MARATONA
 rright10.gif (248 bytes) ANOTARAM A MARATONA
 rright10.gif (248 bytes) APÓS A SOPA
 rright10.gif (248 bytes) ASSIM A AIA IA A MISSA
 rright10.gif (248 bytes) ATÉ O POETA
 rright10.gif (248 bytes) AULA É A LUA
 rright10.gif (248 bytes) A BABÁ BABA
 rright10.gif (248 bytes) A CERA CAUSA SUA CARECA
  rright10.gif (248 bytes) A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA
 rright10.gif (248 bytes) A DROGA DA GORDA

 rright10.gif (248 bytes) A MALA NADA NA LAMA
 rright10.gif (248 bytes) A TORRE DA DERROTA
 rright10.gif (248 bytes) EVA ASSE ESSA AVE
 rright10.gif (248 bytes) LUZ AZUL
  LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL
  rright10.gif (248 bytes) ÓDIO DO DOIDO
 rright10.gif (248 bytes) OI RATO OTÁRIO
 rright10.gif (248 bytes) OSSO
 rright10.gif (248 bytes) OTO COME MOCOTÓ
 rright10.gif (248 bytes) OVO
 rright10.gif (248 bytes) O CASACO
 rright10.gif (248 bytes) O CASO DA DROGA DA GORDA DO SACO
 rright10.gif (248 bytes) O CÉU SUECO
 rright10.gif (248 bytes) O DEDO
 rright10.gif (248 bytes) O GALO AMA O LAGO
 rright10.gif (248 bytes) O LOBO AMA O BOLO
  rright10.gif (248 bytes) O GALO NO LAGO
 rright10.gif (248 bytes) O MITO É ÓTIMO
 rright10.gif (248 bytes) O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO
 rright10.gif (248 bytes) O VÔO DO OVO
 rright10.gif (248 bytes) MIRIM
 rright10.gif (248 bytes) MORRAM APÓS A SOPA MARROM
  rright10.gif (248 bytes) MUSSUM
 rright10.gif (248 bytes) RADAR
 rright10.gif (248 bytes) RENNER
 rright10.gif (248 bytes) REVIVER
 rright10.gif (248 bytes) RIR, O BREVE VERBO RIR
 rright10.gif (248 bytes) ROMA É AMOR
 rright10.gif (248 bytes) ROMA ME TEM AMOR
 rright10.gif (248 bytes) SAIRAM O TIO E OITO MARIAS
 rright10.gif (248 bytes) SÁ DA TAPAS E SAPATADAS
  rright10.gif (248 bytes) SOCORRAM-ME SUBI NO ÔNIBUS EM MARROCOS
  rright10.gif (248 bytes) SUBI NO ÔNIBUS
 rright10.gif (248 bytes) VIVIANA AMA ANA IVIV
 rright10.gif (248 bytes) ZE DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ
se vc sabe mais alugum deixe ai nos recados que colocaremos aqui

Música brasileira: um monte de cópias ou apenas coincidências? [vídeo]






Não é de hoje que a música  brasileira gosta de copiar algumas músicas dos outros. Existem algumas  bandas de muito sucesso aqui que vivem de cópias, algumas são antigas,  de forma que viviam de plágios de bandas como Beatles, pois naquela  época o acesso a material do exterior era mais difícil. O pior é o que  acontece hoje em dia, pois não há mais jeito de esconder os plágios, a  informação aparece muito rápido e algumas bandas de grande sucesso  atualmente, acabaram passando por algumas vergonhas tentando se explicar  como que sua canções ficaram tão parecidas com de outros artista.Antes  que alguém comece a xingar falando que a música brasileira tem bons  artista, que compõe suas músicas e que não reconhecemos isso e tudo  mais, devemos dizer que existem sim e reconhecemos a qualidade deles,  apesar de ser minoria.
A música brasileira tem muita coisa  suspeita, de bandas que fazem um sucesso descomunal se comparada com sua  qualidade musical. Então, vale a pena você assistir esse vídeo e ver  algumas coisas bem interessantes:





Coincidência ou plágio?
fonte-minilua  

domingo, 15 de dezembro de 2013

A Origem do Natal

O natal é a principal tradição do sistema denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeira fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.

Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.

Ninrode era tão perverso que diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da "árvore de natal".

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino" (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o menino Jesus, principais de adoração católica.

A veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osíris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Segundas dimensões

Não é ficção: talvez o mundo tenha mesmo outras dimensões ocultas, que podem esconder universos inteiros iguais ao nosso.

É a clássica história de terror: um monstro salta de outra dimensão para seqüestrar a pobre menininha. Quantas vezes esse enredo não foi reciclado na literatura e na TV? Ninguém pode negar que a premissa parece fantástica demais. Mas, segundo muitos físicos, talvez seja tudo verdade – talvez existam mesmo outras dimensões, com universos inteiros escondidos dentro delas.
Parece loucura? Os cientistas são os primeiros a admitir que sim. É que, segundo eles, estamos falando de uma física do futuro, deduzida “por acidente” no sé­culo 20.
A história começa com – adivinhe – Albert Einstein. O físico alemão tentava bolar uma teoria que explicasse a força eletromagnética e a gravidade numa tacada só. Einstein queria unificar o reino da física quântica, onde moram as explicações para o eletromagnetismo, e o da relatividade geral, que mostra como a gravitação funciona.
Mas as duas teimavam (e ainda teimam) em mostrar que não têm nada a ver uma com a outra. A idéia de juntá-las numa única teoria, num único cenário, parecia impossível. E toda a comunidade científica dizia que Einstein estava perdendo tempo...
Toda? Não. Theodor Kaluza, um outro físico alemão, socorreu Albert com uma teoria estranha. Em 1919 mandou-lhe algumas folhas cheias de contas. Eram equações mostrando que dava, sim, para
explicar que o eletromagnetismo e a gravidade eram faces diferentes da mesma moeda. Mas com uma condição: apenas se essas forças existissem num universo com 4 dimensões de espaço, em vez de 3. Mas espera aí: como assim 4 dimensões? Bom, viver num espaço 3D, que nem este aqui à sua volta, significa ter como se mover em 3 direções independentes: direita/esquerda, para cima/para baixo e para a frente/para trás. Qualquer movimento que você fizer será nada mais do que uma combinação entre essas direções.
Mais: as pessoas geralmente precisam de 3 informações para achar alguém num espaço tridimensional. Na hora de marcar um encontro, por exemplo, você pode dizer que estará na rua tal (dimensão direita/esquerda), número tal (dimensão para a frente/para trás), andar tal (para cima/para baixo). E ainda precisa dar uma quarta dica para não levar bolo: o horário do encontro. Pronto: com 3 dimensões de espaço e uma de tempo qualquer um acha você. Mas num espaço 4D não. Ele vem com uma direção a mais, e que não é nenhuma das que a gente conhece. Duro de imaginar. Mas não impossível. Se desse para a gente andar numa dimensão extra, poderíamos chegar a qualquer ponto do nosso mundo 3D por atalhos inusitados. É como se a 4ª dimensão tivesse o poder de torcer e retorcer o nosso espaço: ela criaria ligações impossíveis entre pontos distantes. Paris, Plutão ou a galáxia de Andrômeda poderiam estar a um passo daqui. Como? As imagens lá em cima ajudam a visualizar isso. E um pouco de exercício mental também. Imagine um livro que tenha páginas bidimensionais, com largura e comprimento, mas sem espessura nenhuma. Um livro assim poderia conter um número infinito de páginas e continuar fininho. Do mesmo jeito, uma caixa de fósforos com 4 dimensões poderia abrigar uma quantidade infinita de objetos 3D, como o seu corpo e a galáxia de Andrômeda. Pois é: uma 4ª dimensão abre mais espaço entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia.
E do que sonhava a matemática. Kaluza inventou sua dimensão extra porque isso lhe permitiria bolar equações extras para unificar as forças. Na física, novas fórmulas brotam naturalmente quando o cientista imagina uma nova realidade. “Assim ele descobriu algo extraordinário: essas novas equações que surgiam para explicar a gravidade num mundo de 4 dimensões eram nada menos que as fórmulas criadas para descrever o eletromagnetismo”, escreveu o físico Brian Greene, da Universidade de Nova York, em seu livro O Tecido do Cosmos. Quer dizer: num mundo 4D, pelo menos em teoria, até duas forças que parecem não ter nada a ver uma com a outra podem se transformar na mesma coisa.
Mas a idéia de uma dimensão que está aqui, bem na nossa cara, e mesmo assim continua invisível não agradava. Então um físico sueco chamado Oskar Klein resolveu dar um jeito nisso. E, em 1926, sugeriu que não dava para ver essa outra dimensão por um motivo simples: ela estaria escondida no mundo ultramicroscópico, enrolada em si mesma, como se fosse um canudinho.
Assim: se você olha um canudo de longe, ele parece fino a ponto de ocupar só uma dimensão de espaço (esquerda/direita), como se não tivesse espessura. Agora imagine uma formiguinha andando ali em cima. Do ponto de vista dela, há mais direções para se mexer do que de um lado para o outro. O bicho, afinal, é pequeno o bastante para andar também pela circunferência do canudo. Mas, para quem olha de longe, é como se a formiga caminhasse por uma dimensão invisível. Com a 4ª dimensão seria a mesma coisa. Só que ela existiria num espaço realmente pequeno, com raio de 10-33 centímetro, ou 1 milionésimo de bilionésimo de bilionésimo de bilionésimo de centímetro. Tentar vê-la seria como medir a espessura de um canudo na superfície da Lua – sem telescópio. Mesmo assim, foi essa versão que pegou. E a teoria virou uma favorita de Einstein em seus últimos anos de vida. Com a morte do físico, em 1955, foi-se quase todo o interesse pela idéia. Só que o mundo real estava prestes a ficar bem mais complexo.
Os novos átomos
Enquanto o vovô Einstein se debatia buscando a unificação das forças, cientistas mais jovens cavucavam o terreno pedregoso da física quântica, que descreve o mundo infinitesimal dos átomos. E acabaram descobrindo outras além da gravidade e do eletromagnetismo. A mais importante é a força nuclear forte, a supercola que mantém as partículas do núcleo atômico unidas. Além disso, ainda descobriram várias partículas novas e misteriosas. Com tanto trabalho pela frente depois desses achados, ninguém mais queria saber dessa história de dimensões extras, de unificar forças...
Só que um grupo de cientistas chegou, remou contra a maré e, no começo dos anos 70, acabou dando vida nova ao sonho do alemão.
Esse pessoal, liderado por jovens físicos como os americanos Leonard Susskind e John Schwarz, resolveu que o melhor jeito de unificar a física quântica e a relatividade era ver se todas as forças poderiam ter uma natureza comum. Checar se todas vinham de um mesmo “ancestral”. Para entender isso direito, vamos dar uma pausa.
A essa altura, a física quântica já tinha descrito os componentes fundamentais de quase tudo o que existe. Viu que boa parte da matéria conhecida é feita de apenas dois componentes: os quarks, que compõem o núcleo atômico, e os elétrons, que orbitam em volta deles. Mostrou também que as forças, como o eletromagnetismo, são feitas de partículas, que funcionam como “átomos” de energia. As da nuclear forte, por exemplo, receberam o nome de glúons. As do eletromagnetismo, fótons. E a gravidade ficaria a cargo dos grávitons. Isso é praticamente tudo o que existe no Universo. Essas 5 coisas formam dos seus dentes à luz do Sol, da força dos ímãs de geladeira às geladeiras propriamente ditas.
Mas e aí? Essas partículas elementares são feitas, elas mesmas, de alguma coisa? De onde vieram as danadas? Nem queira perguntar isso a um físico quântico. Ele vai dizer que elas são o que são. E pronto. Mas aquele povo que tentava retomar as idéias de Einstein apareceu com uma resposta menos broxante: do mesmo jeito que seu corpo, um parafuso ou uma estrela são feitos de quarks e elétrons idênticos, as partículas fundamentais também teriam “miniátomos” dentro delas.
E concluíram: tanto as forças da natureza como a própria matéria, ou seja, TUDO seria feito de pequenas cordas vibrantes. Pequenas mesmo: mil quintilhões de vezes menor que um núcleo atômico. Quer dizer: se você esticasse o centro de um átomo até o diâmetro do sistema solar, essa corda apareceria com o tamanho de uma árvore. Para ver uma coisa tão diminuta, você precisa de um “microscópio” bem grande: um acelerador de partículas do tamanho da Via Láctea. Má notícia.
Só que isso não desmotivou os defensores da idéia. E a teoria ficou cada vez mais popular, inclusive entre os leigos. Muito disso por uma razão especial: as cordas trazem de volta para a ciência a magia das dimensões extras de Kaluza e Klein. Hora de mergulhar nesse mundão de novo.
Seis dimensões escondidas
Para começar a viagem, esqueça os quar-ks, fótons, glúons... Lembre-se de que, segundo a teoria de Susskind, Schwarz e cia., as partículas que formam o coração de toda a matéria e energia do Universo não existem. Ponto. Se desse para olhar bem no fundo, você veria que cada uma delas é feita de uma única cordinha que sacode sem parar. Mas de jeitos diferentes.
Se uma corda vibra num “tom” específico, ela aparece aos nossos olhos como um quark. Se toca em outra toada, surge com a forma de um elétron. Mais outra e temos um gráviton. As partículas fundamentais, enfim, seriam apenas a forma como nossos sentidos percebem a sinfonia das cordas, os verdadeiros átomos do Universo.
E essa música não poderia existir sem a idéia das dimensões extras. Por um motivo simples. Imagine uma corda de violão esticada em cima de uma mesa. Só daria para ela vibrar em duas dimensões (esquerda/direta, para a frente/para trás), certo? Então o som não ficaria lá essas coisas. Mas aí, se você tira a corda da mesa para que ela possa vibrar livremente em 3 dimensões, o timbre melhora. Mas ei: e se desse para liberar mais do que 3 dimensões para essa corda? Ela faria sons cada vez mais complexos. E físicos concluíram que essas cordas ultramicroscópicas precisariam de muito, muito mais dimensões para sacudir. Só assim elas vibrariam com energia suficiente para fazer partículas surgir do nada.
Os cálculos mostraram que só daria para obter esse efeito se houvesse 9 dimensões de espaço. Ok. Mas onde ficariam as outras 6? A resposta está em Klein: elas só poderiam estar enroladas num espaço ínfimo. Formariam um novelo de “canudinhos” com 10-33 centímetro de extensão, coisa que os físicos batizaram como espaço de Calabi-Yau. Cada corda, então, moraria dentro de um “cubículo” hexadimensional. E assim poderia tocar sua música à vontade num louco mundo 9D. Agora segura aí. A viagem mal começou.
Zilhões de universos
Mais uma dimensão. E desta vez uma especialmente grande, capaz de embrulhar todas as outras. Foi isso que o físico americano Edward Witten sugeriu para a Teoria das Cordas em 1995. Parece pouco, mas se trata de uma das maiores inovações da física teórica desde Einstein. Nascia a grande evolução da idéia das cordas: a Teoria M (de Matrix, ou Mãe... o americano nunca revelou o significado do M).
Essa 10ª dimensão que Witten pro-pôs serviria como uma espécie de “pele” protetora para as outras. Segundo os cálculos dele, essa membrana (ou brana, como preferem os físicos) seria nada menos que as paredes do Universo. Isso mesmo: as paredes.
Dentro delas existiriam 3 dimensões extendidas até o limite do Cosmos – estas aqui bem na nossa cara e que chamamos de mundo – mais as 6 microscópicas do espaço de Calabi-Yau, mais a do tempo. Até aí, nada de mais. O salto é que a idéia de Witten abre portas para algo estarrecedor: tudo aquilo que conhecemos como Universo seria apenas um terreninho perdido na imensidão de outra coisa – um lugar cheio de universos “embrulhados” em suas branas. Tudo formando uma estrutura descomunal: o Multiverso. Uau.
Mas não faltam cientistas que vêem essa coisa toda de um jeito simples. Para Brian Greene, por exemplo, isso é como se a gente vivesse num pão de forma. Nosso Cosmos seria como uma fatia dentro de um pão maior, o Multiverso.
Mas e aí? Esse desvario de Witten muda alguma coisa para a física? Muda, sim. Um Multiverso cheio de branas (ou um pão cheio de fatias) pode explicar um dos grandes mistérios da ciência: a fraqueza da gravidade.
Quando você leva um tombo, ela não parece nada fraca. Mas, se a gente for comparar com as outras forças, a gravidade vira nada. Por exemplo: basta um ímã de geladeira para levantar um clipe de papel do chão. E não importa que a gravidade do planeta inteiro tente puxá-lo para baixo. O eletromagnetismo, afinal, é nada menos que mil bilhões de bilhões de bilhões de bilhões de vezes mais forte que ela (ou o número 1 seguido de 39 zeros). Um exagero até em termos cósmicos.
Mas a idéia do Multiverso fez com que muitos físicos concluíssem que não, a gravidade é tão poderosa quanto as outras forças. Só que estaria diluída entre zilhões de universos. Por quê? Bom, você, os fótons e tudo o mais estariam confinados na nossa brana, na nossa fatia de pão, para sempre. Mas a gravidade não. Ela seria a única coisa com o poder de atravessar as branas, de viajar pelo Multiverso. Cientistas, então, acreditam que os grávitons, os “átomos” dessa força, vazam daqui e se espalham para outros cosmos. Desse jeito, a gravidade parece menos intensa que o eletromagnetismo. Mas não é.
E não fica nisso. Alguns acham que esse vazamento até pode explicar o enigma da matéria escura. Lembre-se: ninguém faz idéia de onde vem mais de 80% da gravidade do Universo. Simplesmente não existem planetas, estrelas ou buracos negros em quantidade suficiente para produzir toda a gravidade que os astrônomos observam no céu – principalmente no jeito monstuoso como essa força acelera a rotação das galáxias. E a resposta pode estar nas branas, pelo menos segundo o físico Nima Arkani-Hamed, da Universidade Harvard. Ele, e alguns outros, afirmam que a tal força fantasma não vem de “matéria escura” coisa nenhuma, mas de outros universos. Seria gravidade de outras branas vindo parar aqui.
Mais: Paul Steinhardt, da Universidade Princeton, sugere que o big-bang, a explosão que deu origem ao nosso Universo há 13,7 bilhões de anos, só aconteceu porque a nossa brana esbarrou com outra numa colisão titânica. Nós só estaríamos aqui por causa desse pequeno incidente no Multiverso...
E Savas Dimopoulos, da Universidade Stanford, vai mais longe: defende que um dia poderemos telefonar para os eventuais ETs de outras branas. Precisaríamos basicamente de um celular intercósmico. Pois é: os nossos telefones móveis se comunicam trocando fótons (ou ondas eletromagnéticas, para usar um termo mais familiar). Então bastaria criar “celulares” que usem grávitons, a fonte das chamadas ondas gravitacionais. O problema é que ninguém achou uma onda gravitacional até hoje. Mas que elas existem, existem, dizem os teóricos.
E qual é a verdade por trás de tudo isso? Como diria Jack Pallance, “acredite se quiser”. Ninguém sabe. “De certo modo é apropriado que essa área de pesquisa soe como ficção, porque a maior parte dela provavelmente é”, diz Lawrence Krauss, da Universidade Case Western, nos EUA. Mas, para ele e a maior parte dos físicos, o que interessa é a luta para decifrar a verdade por trás do Universo. “Somos programados para gostar de resolver mistérios. Especialmente quando a solução está longe.”

Fonte Superinteressante

 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Como enganar um otario




Discussão entre homens e mulheres


MULHERES – Dirigimos melhor…
HOMENS - Melhor que cegos!

MULHERES – Não ficamos carecas…
HOMENS - Se cabelo fosse bom não nascia embaixo do braço.

MULHERES – Temos um dia internacional…
HOMENS - Os outros 364 são nossos!

MULHERES – Temos prioridade em botes salva-vidas….

HOMENS - Nós sabemos nadar!

MULHERES – Uma greve de sexo consegue qualquer coisa…
HOMENS - Inclusive um par de chifre!

MULHERES - A programacão da TV é 90% voltada pra nós…
HOMENS - Nós temos DVD (e sabemos usar!)!

MULHERES - Somos os primeiros reféns a serem libertados…
HOMENS - Porque nem sequestradores aguentam vocês! (Boooooa…!!!)


MULHERES – A idade não atrapalha nosso desempenho sexual…
HOMENS - Mas atrapalha pra arrumar parceiro sexual! (Boooooooa….!!!!)

MULHERES – Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias…
HOMENS - Caso contrário vocês podem se perder!

MULHERES – Se somos traídas, somos vítimas; se traímos, eles são cornos…
HOMENS - Se somos traídos elas são putas, se traímos somos garanhões!

MULHERES – Somos capazes de prestar atenção a várias coisas ao mesmo tempo….
HOMENS - Mas incapazes de executar ao menos uma completa de cada vez! (Nooooooossa…!!!!)

MULHERES – 98% da indústria de cosméticos e 89% da indústria da moda são voltadas pra nós…
HOMENS - 98% da indústria de cerveja e 89% da indústria automobilística são voltadas para nós!

MULHERES – 99% dos homens não cuidam da aparência pessoal…
HOMENS - 99% da beleza feminina sai com água e sabão! (Booooooa…. !!!) Simplesmente a Melhor!!!

MULHERES – Não nos desesperamos em frente a um campo de grama com 1 bola e 22 mulheres…
HOMENS - Nós não nos desesperamos frente ao pedal da embreagem! (kkkkkkkkkk….!!!!!)

MULHERES – Fazemos tudo o que um homem faz, e de salto alto!…
HOMENS - Quero ver mijar em pé! (….rsrsrsrs)

MULHERES – Podemos dormir com nossas amigas sem sermos chamadas de lésbicas…
HOMENS - Podemos dormir com suas amigas que elas não contam pra vocês!

By Geraligado